quinta-feira, 18 de maio de 2017

PADRE FLÁVIO, SEU SACERDÓCIO É LEGÍTIMO



Apesar de, para nós, matéria vencida, este assunto não sai da mente dos gamareenses, o caso dos insultos contra o Padre Flavio.

Se não bastassem os ataques de Helio e seu grupo, incluindo uma disenteria verbal expressa pelo meio de comunicação comprado pelo grupo dos mundinhos, um áudio anda correndo pelos grupos de Whatsapp, onde um cidadão - se é que podemos assim o adjetivar -, abre sua boca e chama o pároco da cidade de "clandestino" e "metido", usando de uma falta de senso inacreditável.

Pra não nos alongarmos, necessitamos expor que essas qualificações podem ser direcionadas ao INTERINO, a quem as pronunciou, a certos bobos que lutam e se matam por Hélio, mas contra o sacerdote, JAMAIS! Não precisamos nem apontar o chamado, a qualificação, a estrutura acadêmica, moral e espiritual do padre Flávio. É sabido em toda Guamaré, que ele é um homem de Deus! É preciso muito despreparo, desespero e falta de hombridade para agir dessa forma. Onde o Padre é clandestino? O que o atribui para tal adjetivo? Ele não precisou de liminar pra exercer mandato, ele está à frente da Igreja em Guamaré LEGITIMAMENTE! O sacerdócio do Padre Flavio é TOTALMENTE LEGÍTIMO! O mesmo não podemos falar sobre a estada de Helio Miranda na prefeitura.

O ADMINISTRADOR NÃO PODE TUDO

O administrador não pode tudo, há limites.
São princípios do Direito Administrativo expressos no caput do art. 37 da Constituição:
Legalidade;
Impessoalidade;
Moralidade;
Publicidade; e
Eficiência, sendo que este último foi acrescentado pela Emenda Constitucional nᵒ 19/98.
Segundo Alexy, princípios são mandamentos de otimização, que se caracterizam pelo fato de poderem ser cumpridos em diferentes graus. A medida imposta para o cumprimento do princípio depende: (a) das possibilidades reais (fáticas), extraídas das circunstâncias concretas; e (b) das possibilidades jurídicas existentes.
A legalidade administrativa significa que a Administração Pública só pode o que a lei permite. Cumpre à Administração, no exercício de suas atividades, atuar de acordo com a lei e com as finalidades previstas, expressas ou implicitamente, no Direito.
Impessoalidade implica que os administrados que preenchem os requisitos previstos no ordenamento possuem o direito público subjetivo de exigir igual tratamento perante o Estado. Do ponto de vista da Administração, a atuação do agente público deve ser feita de forma a evitar promoção pessoal, sendo que os seus atos são imputados ao órgão, pela teoria do órgão.
Publicidade é o princípio básico da Administração que propicia a credibilidade pela transparência. Costuma-se diferenciar publicidade geral, para atos de efeitos externos, que demandam, como regra, publicação oficial; de publicidade restrita, para defesa de direitos e esclarecimentos de informações nos órgãos públicos.
Moralidade é o princípio que exige dos agentes públicos comportamentos compatíveis com o interesse público que cumpre atingir, que são voltados para os ideais e valores coletivos segundo a ética institucional.
Eficiência foi um princípio introduzido pela Reforma Administrativa veiculada pela Emenda Constitucional nᵒ 19/98, que exige resultados positivos para o serviço público e satisfatório atendimento das necessidades públicas.
Além dos princípios constitucionais, existem princípios que foram positivados por lei, como, por exemplo, no âmbito federal, também se extraem do art. 2ᵒ da Lei nᵒ 9.784/99: finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica e interesse público.
No serviço público há uma discrepância entre o legal (permitido) e o abuso, são ordenadas despesas desproporcionais, com vultosas quantias alocadas, algumas acima da capacidade arrecadadora, chegando a 62,5% do arrecado ao mês.
Quando fugimos do princípio da Moralidade, cometemos abuso indo além do que nos é permitido (princípio da Legalidade Administrativa), ferindo o princípio da Eficiência, fugindo da finalidade, da motivação, da razoabilidade, da proporcionalidade e do interesse público.
Leis criadas pelo próprio executivo são sistematicamente descumpridas, sob o argumento da incapacidade financeira. Há falta de compromisso com o cumprimento da CF/88, Art. 37 leva a não realização de concurso público acarretando prejuízo aos cofres públicos, onde um contratado custa 3x mais que um concursado.
Outro flagelo da administração é a nomeação de pessoas incapacitadas para exercerem cargos de chefia, seja por falta de qualificação, seja por falta experiência administrativa (indicações políticas, compromissos de campanha).
Nestas linhas, apenas divago, não faço juízo de valor, mas quem quiser vista a carapuça naquilo que lhe couber.
“Na administração pública aonde se espera o resultado político, obra sem alma é obra não feita. É promessa não cumprida. É nada mesmo que tudo.” Jean Carlos Sestrem

“A prerrogativa mais utilizada pela Administração Pública é o direito à arbitrariedade!” Li Azevedo

José Carlos de Oliveira
Cidadão por Outorga

AGORA ELE CAI!

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A Polícia Federal foi ao Tribunal Superior Eleitoral nesta quinta-feira (18) cumprir mandados de busca. A intenção é encontrar documentos que possam servir de prova contra o procurador da República Ângelo Goulart Villela, que trabalha na Corte Eleitoral, e que foi preso pela corporação pela manhã. A defesa dele não foi localizada. 

Interessante! 

O procurador Villela, ator coadjuvante nas ações inescrupulosas de Temer, Cunha, Aécio  e toda a gangue do PMDB e PSDB está preso, e ainda terá suas atividades no TSE investigadas. Isso, deixa os mais aguçados entendimentos bem ávidos por novidades, principalmente no processo que tange ao futuro de Guamaré. Claro, que não há como desligar uma coisa da outra. Tudo contribui para que os atrasos e oclusões processuais sobre tal lide, sejam plenamente conhecidos pela ação na surdina de alguém. A inércia do TSE, órgão tão competente, hoje se apresenta num marasmo e letargia sem precedentes. Entretanto, agora, não é possível, que depois deste absurdo no meio político-jurídico, a corte eleitoral não vá dar prosseguimento nos julgamentos ociosos, inclusive no que aborda sobre a INELEGIBILIDADE do prefeito INTERINO de Guamaré, Helio de Mundinho.

As perspectivas agora, já que o "ESCUDO DO CAPITÃO AMÉRICA" se destruiu, se dão pela queda de Temer, saída de Gilmar Mendes dos tribunais, e acima de tudo A QUEDA DE HELIO MIRANDA em Guamaré. Agora, quem os poderá proteger???

AGORA ELE CAI!

PROCURADOR DA REPÚBLICA FOI PRESO

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A Polícia Federal foi ao Tribunal Superior Eleitoral nesta quinta-feira (18) cumprir mandados de busca. A intenção é encontrar documentos que possam servir de prova contra o procurador da República Ângelo Goulart Villela, que trabalha na Corte Eleitoral, e que foi preso pela corporação pela manhã. A defesa dele não foi localizada. 

De acordo com a página do TSE na internet, Villela é "membros auxiliar" na Procuradoria-Geral Eleitoral. Pelo regimento, o procurador auxiliar é "aquele que, em razão da necessidade de serviço, poderá ser designado pelo procurador-geral Eleitoral, dentre os membros do Ministério Público Federal, para oficiar perante os tribunais regionais eleitorais".

Delação da JBS

A operação teria tido início após a delação do dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, que entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma gravação do senador Aécio Neves pedindo a ele R$ 2 milhões. No áudio, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. A informação foi divulgada pelo jornal "O Globo" na quarta-feira (17).

Após a publicação da denúncia, a assessoria de imprensa de Aécio Neves afirmou que o senador "está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos".

"No que se refere à relação com o senhor Joesley Batista, ela era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público. O senador aguarda ter acesso ao conjunto das informações para prestar todos os esclarecimentos necessários", diz o texto.

FONTE: G1






TEMER ACERTA SILÊNCIO DE CUNHA

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A afirmação do ex-ministro Ciro Gomes de que "Michel Temer é testa de ferro de Eduardo Cunha" nunca foi tão verdadeira. O jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, revelou que o atual presidente foi gravado em um diálogo embaraçoso com Joesley Batista, dono da JBS
O peemedebista ouviu do empresário que estava dando ao deputado cassado Eduardo Cunha, atualmente preso em Curitiba, e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para que ficassem calados. Diante da informação, diz a reportagem de O Globo, Temer incentivou: "Tem que manter isso viu". A informação foi confirmada pelo Jornal Nacional com investigadores da Lava Jato. A revelação pode arrasar com um governo já extremamente impopular. 
A gravação foi feita em 7 de março deste ano. Segundo a reportagem, Joesley foi ao Palácio do Jaburu, onde Temer o aguardava. No bolso, o empresário guardava um gravador. O devastador registro teria ocorrido logo após a comemoração dos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat.
O presidente e o empresário teriam conversado por cerca de 40 minutos a sós. Segundo "O Globo", em seu depoimento aos procuradores, Joesley afirmou que não foi Temer quem determinou que a mesada fosse dada, mas tinha pleno conhecimento da operação abafa.
Durante a conversa, o empresário teria pedido ajuda ao peemedebista para resolver uma pendência da J&F, holding responsável pela JBS. Temer teria dito que Joesley deveria procurar Rodrigo Rocha Loures para cuidar do problema.
A relação de Loures com Temer foi revelada por CartaCapital no âmbito de outra investigação, referente à operação Carne Fraca. Dois denunciados no esquema de corrupção montado por frigoríficos e fiscais agropecuários citaram em uma conversa o deputado, à época assessor especial de Temer no Palácio do Planalto, como braço direito do peemdeebista. 
A mesada a Cunha e Funaro já era dada há alguns meses, afirma a reportagem. A Polícia Federal filmou pelo menos uma entrega de 400 mil reais para Funaro. Segundo Joesley, Cunha recebeu 5 milhões de reais após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o deputado cassado teria com ele. 
AÉCIO
As gravações que Joesley Batista entregou à PGR também implicam Aécio Neves. Nelas, Aécio aparece pedindo R$ 2 milhões ao empresário dizendo que que precisava do dinheiro para pagar despesas com sua defesa na Lava-Jato.
Segundo informações de O Globo, o diálogo gravado durou cerca de 30 minutos. O encontro entre Aécio e Joesley foi no 24 de março no Hotel Unique, em São Paulo eAécio citou o nome de Alberto Toron como o criminalista que o defenderia. A menção ao advogado já havia sido feita pela irmã e braço-direito do senador, Andréa Neves. Foi ela a responsável pela primeira abordagem ao empresário, por telefone e via WhatsApp, mensagens que também estão com os procuradores.
O pedido de ajuda foi aceito e o empresário quis saber, então, quem seria o responsável por pegar as malas. A gravação mostra que Joesley sugere que se Aécio fosse retirar pessoalmente  dinheiro a entrega seria feira por ele mesmo, mas que se Aécio fosse mandar alguém de sua confiança, Joesley faria o mesmo.
Surpreendentemente a resposta de Aécio: "Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho", respondeu Aécio segundo o jornal. 
Ainda segundo O Globo, o presidente do PSDB indicou um primo, Frederico Pacheco de Medeiros, para receber o dinheiro. Fred, como é conhecido, foi diretor da Cemig, nomeado por Aécio, e um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014. 
Quem levou o dinheiro a Fred foi, prossegue o jornal, o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud, um dos sete delatores. Foram quatro entregas de 500 mil reais cada uma. A PF teria filmado uma delas.
Curiosamente, as investigações apontam, afirma O Globo, que o dinheiro não foi repassado a advogado algum. As filmagens da PF mostram, diz o jornal, que após receber o dinheiro, Fred repassou, ainda em São Paulo, as malas para Mendherson Souza Lima, secretário parlamentar do senador Zeze Perrella (PMDB-MG). 
Mendherson teria levado de carro o dinheiro para Belo Horizonte, em três viagens, seguidas pela PF. O assessor negociou para que os recursos fossem parar na Tapera Participações Empreendimentos Agropecuários, de Gustavo Perrella, filho de Zeze Perrella.

FONTE: CARTA CAPITAL

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