domingo, 4 de junho de 2017

PARABÉNS BEATRIZ AZEVEDO



Hoje é dia de parabenizar a jovem universitária, Beatriz Azevedo Bia - carinhosamente conhecida - está completando mais um ano de vida e, por isso estamos alegres.

Desejamos muita paz, saúde e alegria.

Parabéns Beatriz Azevedo!

Deus te abençoe!

sábado, 3 de junho de 2017

GREENVILLE X GUAMARÉ

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No ano de 1997, o Brasil era apresentado a Greenville. Criada por Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares para a novela A indomada era palco de disputa de poder, de amores proibidos e de muita coisa estranha, já que a trama é da época em que a dupla se dedicava ao realismo fantástico.
A indomada do título é Helena (Adriana Esteves), que volta a Greenville depois de anos da morte dos pais numa tragédia. Ela vem cumprir a promessa feita pela mãe de que ela se casaria com o forasteiro Teobaldo Faruk (José Mayer) por conta de uma dívida de jogo. A surpresa é que os dois acabam se apaixonando de verdade, mesmo sem se conhecer direito, e deixam muita gente na tradicionalista cidade escandalizada. Nesta cidade tudo era permitido. Não existiam proibições, na verdade, era proibido proibir. 

O toque cômico ficava por conta do sotaque e das expressões dos moradores de Greenville. A cidade ficava no nordeste brasileiro e foi colonizada pelos ingleses no século 19. Os costumes brasileiros e bretões se misturam, gerando expressões como “oxenti, my love” e “tudo all right”, que logo caíram no gosto popular do público e ganharam as ruas.
Além de fazer maldades como a antológica Altiva, Eva Wilma fazia o público rir quando a personagem, defensora dos bons costumes, implicava com a Casa de Campo, bordel comandado por Zenilda (Renata Sorrah).
A cena de Altiva morrendo num incêndio e jurando voltar, com o rosto projetado em uma nuvem de fumaça, entrou para a história das telenovelas brasileiras.
Outros nomes se destacaram no elenco. Casos de Selton Mello, que interpretava o excepcional Emanoel, filho de Teobaldo que vira anjo no final da trama; de Ary Fontoura; e de Sônia de Paula, a beata Lurdes Maria, que, à noite, assustava as mulheres da cidade encarnando o Cadeirudo.

FONTE: DIVIRTA-SE MAIS


OPINIÃO:

- Realmente, as semelhanças entre a cidade fictícia GreenVille e Guamaré ultrapassam a letra "G" inicial. No que diz respeito à luta pela manutenção do poder, às irregularidades, as ações corruptas, nas inverdades ditas ao povo, nas maquiagens administrativas, e até mesmo nas COISAS ESTRANHAS, Greenville e Guamaré estão em pé de igualdade. As cidades em si, não são ruins, não é isso. O povo é bom, ordeiro, afetuoso, amistoso e amável, mas a imoralidade administrativa empobrece-as em todos os sentidos. Greenville por ter sido colonizada por ingleses, teria muito a aproveitar e influenciar, haja vista a Inglaterra ser uma potência extraordinária, uma das maiores da Europa e do Mundo. E, em consonância, Guamaré tem todas as atribuições de ter o melhor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do estado, com arrecadação milionária, que excede o que arrecadam cidades bem maiores, mas infelizmente não é, a cidade figura apenas na 44ª posição, ficando atrás de cidades que arrecadam muito menos, como exemplo Lucrécia que é a menor cidade do estado. 

- Hoje, o que está bem patente a quem tem decência, que nada impede os erros, toda ação inescrupulosa é tida como certa, gerando uma impunidade sem precedente. A afronta ao judiciário é diária e bem perceptível. O que atemoriza o cidadão é que, ao ponto que está, parece que existe alguma circunstância, que exceda o ordenamento jurídico, muito forte, que vai bem além do simples fato de foro privilegiado, algo que suplanta a nossa vã filosofia.

- O que desejam os guamareenses é uma gestão competente, responsável, e honesta, que mostre onde os recursos são aplicados sem máscaras, sem mentiras, sem engodos, sem lavagem cerebral. O povo quer a verdade! Enquanto isso não ocorre, a cidade vai sofrendo com as agruras que são sequelas dos anos que esta gestão vem ocupando o poder.

Deus tenha misericórdia de Guamaré! 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

UM PINGO DE LIBERDADE!

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- No Brasil parece inexistir liberdade de imprensa. Cada dia se torna mais fajuto o uso dessa expressão, quando a realidade é opressora, ditatorial, coercitiva, e censuradora. NINGUÉM pode mais escrever, falar, apresentar, e até mesmo, pensar, sem que hajam restrições, tudo para não "tocar" nos ricos, famosos e poderosos deste país. 

- Há sim, uma destruição dos preceitos constitucionais, indo mais além, implodem as cláusulas pétreas afixadas na Carta Magna. Claro que, o que se aponta não são aqueles que usam de textos pragmáticos, bairristas, e financiados por A ou B. Não é isso! Me refiro aqueles que são livres de compromissos, que expressam a verdade e a realidade, ainda que isso alcance alguém. Não podemos mais falar a verdade! Falar a verdade, nestes dias, é motivo de processos, de perseguição, de humilhação, e, em alguns casos - e me incluo nisso - ameças de morte. Cena de uma história, que por vezes tem acabado em tragédia. 

- Quando algum pensador, escreve, fala, e pensa, e por esta ação, vai em direção contrária a algum interesse pessoal de alguém ou de determinado grupo, este pensador se torna alvo a ser "abatido", que muitas vezes se faz por tentarem o calar, e assim cessar sua voz nas mídias, embora saiba, que já se chegou várias vezes às vias de fato. Lamentável! Agora me pergunto, qual é o medo, o que os constrange de ter a verdade e a realidade expostas? Se alguém é uma pessoa pública, que tenha prudência nas suas ações, sabendo que eles estão diante de uma grande nuvem de testemunhas, se assim o fizer, ninguém terá do que falar. Mas, o que mais ocorre entres estas pessoas é a falta de temor, e por conseguinte, as falhas ficão visíveis e são facilmente expostas.

- Blogueiros, escritores, pensadores, enfim, quem usa a palavra como ferramenta, não se calem! Se vocês se calarem, a sociedade ficará sem uma voz ativa para cobrar, mostrar os fatos, e a informação ficará capenga e pobre, pois assim sendo, ela será disseminada com seu conteúdo recheado de conchavos e adequações. A liberdade de expressão nos garante ter VOZ e não nos conformarmos como ecos. Se alguém quiser calar minha VOZ que ande na linha, para que eu não tenha o que escrever e/ou falar. Mas, se vacilar - e tem um monte de gente escorregando nos próprios erros - EU FALO SIM! SOU LIVRE PRA EXPRESSAR A MINHA OPINIÃO E MOSTRAR A VERDADE! Se algum cidadão não estiver satisfeito com algum escrito meu e/ou de qualquer outra pessoa, é bem simples, NÃO LEIA! NÃO ACESSE! NÃO DÊ IBOPE! 

Toda essa estrada persecutória, em razão de usarmos só UM PINGO DE LIBERDADE!


FREI BETTO: O EXERCÍCIO DA PACIÊNCIA

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O noviço indagou do mestre como exercitar a virtude da paciência. O mestre submeteu-o ao primeiro dos três exercícios: caminhar todas as manhãs pela floresta vizinha ao mosteiro.
Disposto a conquistar a paciência e livrar-se da ansiedade que o escravizava – a ponto de ingerir alimentos quase sem mastigá-los, tratar os subalternos com aspereza, falar mais do que devia -, durante nove meses o noviço caminhou por escarpas íngremes, estreitas fendas entre árvores e cipós, pântanos perigosos, enfrentando toda sorte de insetos peçonhentos e bichos venenosos.
Nove meses depois o mestre o chamou. Deu-lhe o segundo exercício: encher um tonel de água e carregá-lo nos braços todas as manhãs, ao longo dos cinco quilômetros que separavam o rio da fonte que abastecia o mosteiro. O noviço tampouco compreendeu o segundo exercício mas, julgando a sua desconfiança sintoma de impaciência, resignadamente aplicou-se à tarefa ao longo de nove meses.
Chegou o dia do terceiro e último exercício: atravessar, de olhos vendados, a corda que servia de ponte entre o abismo em se encravava o mosteiro e a montanha que se erguia defronte. Com muita reverência, por temer estar ainda tomado pela impaciência, o noviço indagou ao mestre se lhe era permitido fazer uma pergunta. O velho monge aquiesceu. “Mestre, qual a relação entre os três exercícios?”
O mestre sorriu e seu rosto adquiriu uma expressão luminescente: “Ao caminhar pela floresta, você aprendeu a perder o medo da paciência. Soube vencer meticulosamente cada um dos obstáculos e não se deixou intimidar pelas ameaças. Agora sabe que, na vida, o importante não é disputar na pressa quem chega primeiro. O que vale é chegar, ainda que demore mil anos. Observou também a diversidade da natureza e dela tirou a lição de que nem todas as coisas são do jeito que preferimos.”
“Ao trazer água do rio, você fortaleceu os músculos do corpo e aprendeu a servir. A impaciência é a matéria-prima da intolerância, do fundamentalismo, do desrespeito, da segregação. A paciência exige humildade, generosidade, solidariedade.”
O noviço compreendeu, mas ainda uma dúvida pairava em sua mente. O mestre o percebeu. “Agora você quer saber por que atravessar olhos vendados a corda que nos serve de ponte de, não é?”, indagou o velho monge. E acrescentou: “Com a paciência impregnada em seus pés que trilharam a floresta inóspita; a força impregnada em seus braços, que aprenderam a servir; agora você fará o exercício da fé. Não poderá enxergar, mas confiará que a corda permanecerá sob seus pés. Não poderá apoiar-se, mas se entregará à certeza de que seu corpo é como a água que você trazia: movimenta-se, mas não cai. Não poderá fugir ao abismo que se abre abaixo, mas andará convicto de que, do outro lado, há a montanha sólida a esperá-lo e acolhê-lo. Assim é o Pai de Amor quando nos dispomos, na escuridão da fé, a ir ao encontro Dele.”
Após uma pausa de silêncio, o mestre completou: “Sem fé não há tolerância; sem tolerância, impossível a paciência.” O noviço dilatou os olhos como que assustado. “O que foi?”, indagou o velho monge. “Mestre, os fundamentalistas não são pessoas de muita fé? E não se caracterizam pela intolerância?”
O mestre sorriu de modo suave e replicou: “Os fundamentalistas não têm fé, que é confiar incondicionalmente em Alguém. O que têm é pretensão, confiam apenas em si mesmos. Eles são o objeto da própria fé. Ao atravessar o abismo, você estará percorrendo o itinerário que conduz do seu homem velho ao seu homem novo. E o fará para o bem dos outros. E confie, Alguém o conduzirá pela mão, livrando-o de todos os riscos.”

Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Leonardo Boff, de “Mística e Espiritualidade” (Garamond), entre outros livros.

JANOT CONTINUA A PEDIR A PRISÃO DE ROCHA LOURES

O procurador-geral da República pediu novamente nesta quinta-feira a prisão de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial do presidente Michel Temer, no âmbito do inquérito em que ambos são investigados por suspeitas de corrupção, obstrução da Justiça e organização criminosa.
Rocha Loures --que é suplente de deputado federal e ocupou a vaga de Osmar Serraglio (PMDB-PR) quando o paranaense ocupava o cargo de ministro da Justiça-- foi flagrado em uma ação controlada da Polícia Federal recebendo uma mala com 500 mil de propina pagas por um executivo da J&F, holding que controla a JBS.
Caberá ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), decidir se acata o pedido de Janot. O magistrado já rejeitou o pedido anteriormente, mas à época Rocha Loures tinha prerrogativa de foro no STF por ocupar mandato de deputado federal.
Com a saída de Serraglio do ministério e sua volta para a Câmara dos Deputados, Rocha Loures deixou de ser parlamentar e, conseqüentemente, perdeu o foro privilegiado. Seu caso segue no Supremo, entretanto, pois o inquérito a que responde também tem Temer como alvo.

Peemedebistas já falam abertamente que uma eventual delação premiada de Rocha Loures pode ser um fator complicador para a permanência de Temer na Presidência. Além do inquérito a que responde no STF, o presidente tem no radar uma ação que pode cassar seu mandato no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a mais de uma dezena de pedidos de impeachment protocolados na Câmara.

FONTE: REUTERS BR

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