sábado, 19 de agosto de 2017

"JOÃO GRANDÃO" SOFRE ATENTADO NA ZONA NORTE

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João Maria Peixoto, o "João Grandão" e o agente penitenciário Émerson, acabaram de sofrer atentado na Zona Norte de Natal. Informações dão conta que 2 marginais fortemente armados, numa moto e na intensão de matá-los, partiram em direção a João e o agente, desferindo diversos disparos. Felizmente, não obtiveram êxito no designo. Ambos, João e Emerson, passam bem. Um dos meliantes está ferido no Hospital Santa Catarina, e outro fugiu. Segundo informações, o que está foragido seria um dos chefes de facção criminosa que atua no estado, o "Sinhô do Beira-rio", que se encontra possivelmente ferido.

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA DISCUTE FALTA DE ABERTURA DE INQUÉRITOS NO RN

A Comissão  Especial de Segurança Pública e Política Carcerária da OAB/RN, presidida por Bruno Saldanha, realizou, nesta quinta-feira (17), reunião na sede da Seccional Potiguar. Na pauta, os números da violência, a falta de abertura de inquéritos de homicídios no estado.
Durante o encontro, os membros também receberam o representante do Instituto Técnico Científico do Rio Grande do Norte(ITEP/RN), Thiago Tadeu, que tratou das prioridades do órgão, bem como, os desafios, avanços enfretados pelo ITEP/RN e o estreitamento das relações institucionais entre Instituto Técnico e a Ordem dos Advogados.
Como encaminhamento da reunião foi sugerido, por Thiago Tadeu, uma reunião com diretor geral do Instituto, nas próximas semanas, para que a Comissão de Segurança apresente sugestões.

FONTE: OAB-RN

FILOSOFIA DE UM PALHAÇO

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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

LIBERDADE...

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GUAMARÉ: CAPITANIA HEREDITÁRIA EM PLENO SÉCULO XXI

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As Capitanias hereditárias eram um sistema, em determinado território, de administração. Instituídas por D. João III, rei de Portugal, em 1534. Sua consistência se dava ao dividir o Brasil em grandes faixas e entregar a administração para particulares (principalmente nobres com relações com a Coroa Portuguesa).

Com o objetivo de colonizar o Brasil, e manter as bases da civilização portuguesa, evitando assim invasões estrangeiras, os territórios eram entregues à famílias portuguesas. Ganharam o nome de Capitanias Hereditárias, pois eram transmitidas de pai para filho (de forma hereditária).

Estas pessoas que recebiam a concessão de uma capitania eram conhecidas como donatários. Tinham como missão colonizar, proteger e administrar o território. Por outro lado, tinham o direito de explorar os recursos naturais (madeira, animais, minérios).

O sistema não funcionou muito bem. Apenas as capitanias de São Vicente e Pernambuco deram certo. Podemos citar como motivos do fracasso: a grande extensão territorial para administrar (e suas obrigações), falta de recursos econômicos e os constantes ataques indígenas.

O sistema de Capitanias Hereditárias vigorou até o ano de 1759, quando foi extinto pelo Marquês de Pombal.

FONTE: HISTÓRIADOBRASIL.NET


A CAPITANIA HEREDITÁRIA DE GUAMARÉ

Ao longo desses 55 anos de história, desde a sua emancipação política, Guamaré se assemelha e muito com as antigas capitanias hereditárias. E, agora, nos últimos 10 anos é que isso se tornou ainda mais evidente. Guamaré, depois da última década, poderia ser chamada de CAPITANIA HEREDITÁRIA DOS "MUNDINHOS", tudo em função do anseio de perpetuação desta família no poder executivo da cidade. 

Está claro e patente que, Guamaré entrou - sob uma liminar incoerente e imprecisa - no 3° mandato seguido da mesma família. Evidentemente, o poder, na cidade, está sendo transferido de maneira horizontal, de cunhado para cunhado, mostrando uma plena contraposição ao ordenamento jurídico, mais precisamente ao Código Eleitoral Brasileiro, que proíbe sumariamente o terceiro mandato familiar.

Esta luta para se manter no poder é escusa, promíscua até. Pois, a ação sorrateira, sem observância a nenhum princípio legal, os excessos a qualquer limite, ardilosamente passam por cima de tudo e de todos, tudo com a finalidade de perenizar, entre eles, o cetro do comando da cidade. São capazes de TUDO pelo poder.

Enquanto a gestão déspota segue em suas artimanhas, o povo geme. Vão perseguindo, oprimindo, desrespeitando, enganando, e pior, levando o nome de Guamaré até às páginas policias, um vexame público, uma humilhação para os cidadãos guamareenses. 

Eles vão vivendo das regalias, comendo caviar, viagens internacionais, compram bolsas da PRADA, cavalos com baias climatizadas, andam de Porsche, e o povo como fica? O Povo? Isso é o que menos importa para A CAPITANIA HEREDITÁRIA DE GUAMARÉ.

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